Mostrando postagens com marcador Reflexões. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Reflexões. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Às vezes (com uma certa frequência) eu acho coisas por aí completamente por acaso que me dizem muito, mas muito mesmo. Esse poema é uma delas.

Look, the trees

are turning
their own bodies
into pillars

of light,
are giving off the rich
fragrance of cinnamon
and fulfillment,

the long tapers
of cattails
are bursting and floating away over
the blue shoulders

of the ponds,
and every pond,
no matter what its
name is, is

nameless now.
Every year
everything
I have ever learned

in my lifetime
leads back to this: the fires
and the black river of loss
whose other side

is salvation,
whose meaning
none of us will ever know.
To live in this world

you must be able
to do three things:
to love what is mortal;
to hold it

against your bones knowing
your own life depends on it;
and, when the time comes to let it go,
to let it go.

“In Blackwater Woods” by Mary Oliver, from American Primitive. © Back Bay Books, 1983.

sexta-feira, 3 de julho de 2009

Eu ando querendo escrever um post pro blog não é de hoje, mas a inspiração me foge. Já comecei a digitar diversas vezes e acabei apagando tudo 5 minutos depois (se tanto). Pois bem, que a falta de inspiração me sirva de assunto.
Acho que a minha vida anda tão cheia de grandes expectativas que fica difícil me focar no agora e isso não é bom. Ainda mais porque, comparado com o que ainda está por vir, o agora é tedioso. Baby steps, I guess. Como já dizia a minha velha mãe, não adianta querer colocar o carro na frente dos bois.
Mudando de assunto, uma coisa que tem me sido muito útil: ereader
Baixe um livro (o site disponibiliza vários clássicos de graça) e seja feliz!

quinta-feira, 25 de junho de 2009

Dia estranho

Hoje foi um dia estranho. Eu fiz bastante coisa, mas parece que eu não fiz nada. E, no final do dia quando eu ligo o computador, descubro que a Farrah Fawcett morreu. Achei triste a notícia, mas ela estava doente e tudo o mais. Morreu um ícone. Mas, uma hora depois me dizem que o Michael Jackson morreu. Pára tudo!
To meio em choque agora simplesmente pela lembrança de que mesmo ícones (mesmo O ícone da cultura pop) são pessoas e morrem, de repente, aos 50 anos. Espero que agora ele finalmente fique em paz.

quarta-feira, 3 de junho de 2009

Well,

Escrever faz bem. Nem é preciso se ser particularmente bom na coisa. Quando eu escrevo, consigo ver as coisas sob uma nova perspectiva e, às vezes, quase as entendo. Eu queria que tudo na vida fosse tão fácil quanto sentar na frente do computador e digitar o que se passa pela minha cabeça.
Depois de escrever um longo texto sobre determinado assunto, eu consigo perceber que certas coisas não me afetam mais. Povavelmente, sem essa possibilidade de um olhar externo sobre as caraminholas da minha cabeça eu sentiria só por achar que estou sentindo. Mas, sinceramente, estou mais preocupada com a queda do avião.
Acho que, pela primeira vez em muito tempo, as minhas prioridades estão se mantendo no lugar certo.

segunda-feira, 1 de junho de 2009

Um pouco de melancolia...

Nunca tinha parado pra pensar nisso mas, como tudo nessa vida, Calvin e Haroldo um dia acabou. Em 95, pra ser mais exata. Foi engraçado descobrir isso agora e difícil de explicar como me afetou.
Eu fiquei triste. Acho que de certa forma, toda vez que eu olho pra eles volto a ser criança. Talvez seja simplesmente o fato de ter descoberto que a fonte não é inesgotável. Mas, a ternura que cada tirinha me inspira... ao menos essa eu sei que é pra sempre.

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

Metáfora

Eu ando com um sério problema em encaixar as coisas. Parece que tudo é sempre tão grande que acaba sobrando. Minha vida, meu potencial, meu derriere e os meus desenhos, que desde a metade do ano passado passaram de perdidos no meio da folha para mal-ajustados no papel.
Uma metáfora da minha existência:

segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

Juro que parei ainda agora para me perguntar por que tanta gente que eu conheço anda tendo filho, casando... essas coisas de adulto. Daí que eu não gostei nada da minha auto-resposta: as pessoas começam a fazer esse tipo de coisa aos 20 e poucos anos. E, guess what...
Eu olho fotos de 2004, 2005 e parece que aquilo foi ontem. Mas não, já tem quase 5 anos. E antes que perceba, vão ser fotos de 10 anos atrás.
Desde muito tempo eu já tinha percebido que na medida que as pessoas acumulam anos, 5 passam a ser pouca coisa. Um só então, voa. Só nunca tinha pensado que ia começar a ter essa percepção tão cedo. E eu fico entalada nisso: se me preocupo com a velocidade que as coisas acontecem, perco tempo. Se aproveito, tudo passa mais rápido ainda.
Por que é que ninguém nunca me disse que a vida é tão curta?

(minha cara diante da vida)

sexta-feira, 21 de novembro de 2008

Tava eu aqui amaldiçoando a academia porque agora eu tenho pernas mais grossas ainda, o que dificultou (muito) a minha vida com as calças jeans sem stretch. Ou seja, quase todas. Porque elas sendo do tamanho que são já sobram no cós. Daí eu vi umas fotos da Karolina Kurkova e pensei: bom, eu posso nunca vir a ter ter o o corpo, o dinheiro ou o cabelo dela... mas, pelo menos, eu tenho umbigo.