quarta-feira, 19 de novembro de 2008

Daí que hoje, dia 2 p.d. (pós dilúvio) minha rua continua quase um pântano. Lama, lama, lama. Só hoje (agora, 17:35) que um dos velhotes do prédio da frente resolveu lavar a calçada do outro lado da rua. Claro que eu fiquei ligeiramente preocupada que a água subisse o suficiente e entrasse aqui em casa. E, no final, foi quase. Só que não dá pra deixar de ter uma pontinha de satisfação contra essa racinha miserável que é a humana. Quem mandou asfaltar tudo, derrubar o morro, cortar as árvores? Quem mandou?
Só sei que no final das contas, apareceram duas vítimas da enchente aqui na frente: um peixe e um sapo. Ah sim, e uma maldita barata no meu quarto que resultou em dois dias de acampamento no quarto de hóspedes. Isso fora a lameira que ficou aqui no quintal. Bleh.
Mas, mesmo com tudo isso, não dá pra desgostar de tempo assim. Os trevos que nasceram no canteiro ficaram lindos depois disso tudo. O mar maravilhoso. É... a vida é divertida.

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